Se eu fosse um mês seria... Outubro. Não é porque é o mês do meu aniversário. Outubro é a cara do Pará, de Belém. Não sou católica mas a farra do Círio é do caralho. E pra mim, aí que começa o "fim do ano".
Se eu fosse um dia da semana seria... SEXTA! É quando tudo começa.
Se eu fosse um número seria... 4. Sei lá, porque é par.
Se eu fosse um planeta seria... Vênus. Porque ele é pequeno, brilhante, aparentemente adorável. Tão adorável quanto letal.
Se eu fosse uma direção seria... Sul. Prefiro pingüins a ursos polares.
Se eu fosse um móvel seria... Uma eletrola. Nada como o som de 1 bolachão.
Se eu fosse um liquido seria... Uma cerveja estupidamente gelada bem no meio da tarde.
Se eu fosse um pecado seria... Vaidade. Porque não tem erro.
Se eu fosse uma pedra seria... Ametista. Porque é a pedra que mais "capta" energia positiva E é lilás, minha cor preferida.
Se eu fosse um metal seria... Platina. É melhor que prata e não é dourado.
Se eu fosse uma árvore seria... Jacarandá. Pode não ser muito alta mas tem madeira da melhor qualidade. Fora que, em floração fica a coisa mais linda, e as flores ainda são lilás!
Se eu fosse uma fruta seria... Maracujá. Porque é gostoso de qualquer jeito: puro, no suco, bolo, molho, caldo, calda, tudo! É tão bom chega faz mal.
Se eu fosse uma flor seria... hortênsia ou dama-da-noite. Pela cor, pela beleza e aroma.
Se eu fosse um clima seria... Frio. Odeio calor.
Se eu fosse um instrumento musical seria... Piano. Notas de veludo em tom de melancolia.
Se eu fosse um elemento seria... Água. Tira o peso das coisas, faz flutuar. Mas também afoga.
Se eu fosse uma cor seria... Lilás, mais precisamente lavanda. É a cor mais positiva mas tem matiz de saudade.
Se eu fosse um animal seria... Águia americana. Pra poder voar como uma pluma, enxergar longe e ser certeira no bote.
Se eu fosse um som seria... Um solo de sax. Inebriante, sinuoso e sensual.
Se eu fosse uma letra de música seria... ih, essa é foda. Não seria uma só. No momento, talvez seria um pout-pourri de Luz Del Fuego+ Pagú + Gata Todo Dia.
Se eu fosse uma canção seria... porra, de novo?! Uma só não dá. Agorinha sou Hotel Califórnia. Mas depois eu seria Baker Street, viraria Time (Pink Floyd) e então me transformaria no Prelúdio da Morte de Isolda. Por último seria Lacrimosa do Réquiem. (hoje é assim, amanhã, muda tudo)
Se eu fosse um estilo de música seria... blues e rhythm & blues. Visceral, tanto pra alegria quanto pra tristeza. Pro bem e pro mal.
Se eu fosse um perfume seria... Tókio, by Kenzo. (amo perfume masculino)
Se eu fosse um sentimento seria... Saudade! Só se sente saudade quando valeu à pena. E quem sente saudade nunca esquece.
Se eu fosse um livro seria… "Só os idiotas são felizes". A autora ME escreveu. Tudo o que eu penso e sinto tá lá. Ela deve ter sonhado comigo...
Se eu fosse uma comida seria… filé à parmegiana da Cantina Italiana. Ou batata-frita (ninguém resiste à batata-frita)
Se eu fosse um lugar (cidade ) seria ... Londres. Cosmopolita em todos os sentidos.
Se eu fosse um gosto seria... do primeiro gole de cerveja de sexta-feira. Gosto de boemia, de liberdade.
Se eu fosse um cheiro seria… de mato molhado da chuva das 2 da tarde. A cara de Belém!
Se eu fosse uma palavra seria… tesão. É o que inspira, move as pessoas, dá sabor a tudo o que fazemos.
Se eu fosse um verbo seria… sonhar. Sonhos estimulam a gente a crescer, evoluir.
Se eu fosse um objeto seria… uma jukebox (acho que é assim que se escreve). Assim eu guardaria todas as músicas que marcam a vida da gente.
Se eu fosse uma roupa seria… na realidade eu seria um sapato, scarpin, de bico fino e salto bem alto. Basta um desses pra qualquer mulher se tornar fatal. Tendo isso, roupas são dispensáveis.
Se eu fosse uma parte do corpo seria… nariz ou orelha. Imagens marcam, mas os aromas imortalizam. E a música embala os sonhos e frustrações da vida.
Se eu fosse uma expressão seria… o choro. Ele só aparece quando algo ou alguém realmente emociona, derruba todas as defesas psicológicas, seja por alegria, tristeza, agonia ou saudade.
Se eu fosse um desenho animado seria… GARFIELD, é claro! Come, dorme e é sarcático. Só falta beber...
Se eu fosse um filme seria… em termos de personalidade, seria "Moulin Rouge": vibrante, boêmio exagerado. Mas em se tratando do que gostaria de ser, "Antes do Amanhecer" seria o ideal: simples, despretencioso e real, mas com toques sutis de lirismo.
Se eu fosse um forma seria… triângulo. Sei lá... deve ser porque é a forma mais básica de todas. Tá em tudo, faz parte de tudo...
Se eu fosse uma estação seria… outono. É a mais melancólica das estações. Metaforicamente, não é o começo (primavera), não é o auge (verão), é o meio que permite sonhar com o fim (inverno) mas tendo a bagagem do ontem pra nortear a gente. Inspira saudade mas com esperança no por vir.
Se eu fosse uma frase seria… "Meninas boazinhas vão para o céu. As más vão onde quiserem."
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quinta-feira, março 13, 2008
quinta-feira, março 22, 2007
Axioma de Manson
Recebi o seguinte texto no e-mail. Achei importante divulgar.
Agora que recebi oficialmente o título de bacharel em economia, me sinto àvontade para incluir em meu repertório de textos algumas teorias que nãopodem ser encontradas em clássicos como Smith, Ricardo ou Marx, mas quetodos os indivíduos com um pouco de inteligência podem perceber. Talvez oconceito mais difundido nos estudos de economia política seja a "mãoinvisível", uma espécie de força oculta que faz os mercados ajustarem-seperfeitamente, compatibilizando as expectativas de milhões de agentes. Por"organizar o caos", a "mão invisível" coordena a produção e possibilita oprogresso de nossa sociedade capitalista. Isso é muito bonito no papel,mas tudo não passa de conversa fiada para colocar em prática o que nóseconomistas somos treinados para fazer diariamente: enrolar o cidadãocomum.
Mão invisível uma ova!
O que coordena a decisão econômica dos indivíduos e faz o mundo progredirsão as bucetas. Posso soar simplista, talvez um pouco machista ou atépervertido, mas se vocês observarem o quadro com olhos de "macacos quederam certo" (o que realmente somos) o conceito é óbvio. Somos animais.Tudo bem que nos diferenciamos dos demais pela nossa capacidade de secomunicar por formas mais sofisticadas do que cheirar o cu doscompanheiros de espécie, mas na essência somos animais. Todos sabemos queo objetivo da vida de um macaco é se reproduzir. Para isso ele fica forte,dá uns gritos maneiros e sobe mais alto na árvore. Mostrando que é maiscompetente do que os outros, ele consegue a buceta das macacas.
Nós evoluímos e largamos a vida na floresta para comprarmos coisas inúteiscomo cartões postais,descansos para copos e cotonetes. Resolveram chamar isso de sociedadecapitalista.Em uma sociedade capitalista, nós não conseguimos buceta nenhuma subindo em árvores. A forma de mostrarmos a nossa "competência" como macho dominante é ostentar carros bonitos, roupas da moda e perfumes franceses.
Poderíamos viver perfeitamente sem isso tudo, mas a expectativa deconseguir cada vezmais bucetas nos motiva a trabalhar muito mais do que o necessário.
Trabalhar mais do que o necessário significa sair de uma condição desubsistência e gerar acumulação. Ou seja, a sociedade acumula, o mundo evolui e este é o progresso. Vou até mais fundo. No conhecido livro "A Riqueza das Nações", Adam Smith (o mesmo da mão invisível) diz que ariqueza de um país começa com o nível de divisão do trabalho de sua sociedade. Quanto mais dividido, mais produtivo é o trabalho.
Mas o que nos motivaria a ser mais produtivos ainda? A escassez, é claro!
Quanto menor o número de vaginas disponíveis em uma sociedade, maior será o esforço produtivo necessário para conquistá-las O Axioma de Manson explica o fato de a revolução industrial ter começado na Inglaterra. Não é necessário ser nenhum PhD para saber que a quantidade e a qualidadedas bucetas inglesas eram no século XVIII (e ainda são até hoje) as piores do mundo. Já na América Latina, pobre e pouco produtiva, as vaginas são abundantes e de excelente qualidade. Enquanto um brasileiro fatura uma buceta andando de ônibus, usando chinelo e pagando um cachorro-quente de um real para a sua proprietária, um inglês teria que trabalhar mais de 40 horas semanais para conseguir ter um carro, um terno da moda e pagar jantares em restaurantes românticos para conquistar uma buceta de qualidade equivalente.
Poderia, além do conceito de localização geográfica, introduzir no tema fatores sociais como a religião. Todos sabemos que as judias demoram mais para dar do que as protestantes, que por sua vez, são mais restritivas com suas vaginas do que as católicas. - Nota esclarecedora: estou afirmando que judias e protestantes demoram mais para dar, e não que elas dão menos, mas isso é assunto para um outro texto. - Comprovamos, mais uma vez usando o Axioma de Manson, o motivo dos judeus serem mais ricos (ou produtivos) do que os protestantes e católicos.
Eles precisam trabalhar mais para conseguir o que nós, pobres cristãos subdesenvolvidos, conseguimos com mais facilidade.
Este axioma pode ser desdobrado em uma série de vertentes, mas vou me limitar a estes dois exemplos (geográfico e religioso) para que o meu artigo não fique demasiadamente longo.
Como todo pesquisador, quero usar minha teoria para apontar soluções para o problema. Concluo sugerindo que o poder público brasileiro tome medidas para que nossas fêmeas valorizem mais as suas vaginas, pois somente assim poderemos viver em um país desenvolvido. Enquanto elas insistirem em usá-las para se esfregar em "boquinhas de garrafa" e catar sabonetes em"banheiras do Gugu", estaremos condenados a vidas pouco produtivas.Por favor mulheres, não tratem seu bacalhau como qualquer filé de merluza, para o bem da economia nacional
Agora que recebi oficialmente o título de bacharel em economia, me sinto àvontade para incluir em meu repertório de textos algumas teorias que nãopodem ser encontradas em clássicos como Smith, Ricardo ou Marx, mas quetodos os indivíduos com um pouco de inteligência podem perceber. Talvez oconceito mais difundido nos estudos de economia política seja a "mãoinvisível", uma espécie de força oculta que faz os mercados ajustarem-seperfeitamente, compatibilizando as expectativas de milhões de agentes. Por"organizar o caos", a "mão invisível" coordena a produção e possibilita oprogresso de nossa sociedade capitalista. Isso é muito bonito no papel,mas tudo não passa de conversa fiada para colocar em prática o que nóseconomistas somos treinados para fazer diariamente: enrolar o cidadãocomum.
Mão invisível uma ova!
O que coordena a decisão econômica dos indivíduos e faz o mundo progredirsão as bucetas. Posso soar simplista, talvez um pouco machista ou atépervertido, mas se vocês observarem o quadro com olhos de "macacos quederam certo" (o que realmente somos) o conceito é óbvio. Somos animais.Tudo bem que nos diferenciamos dos demais pela nossa capacidade de secomunicar por formas mais sofisticadas do que cheirar o cu doscompanheiros de espécie, mas na essência somos animais. Todos sabemos queo objetivo da vida de um macaco é se reproduzir. Para isso ele fica forte,dá uns gritos maneiros e sobe mais alto na árvore. Mostrando que é maiscompetente do que os outros, ele consegue a buceta das macacas.
Nós evoluímos e largamos a vida na floresta para comprarmos coisas inúteiscomo cartões postais,descansos para copos e cotonetes. Resolveram chamar isso de sociedadecapitalista.Em uma sociedade capitalista, nós não conseguimos buceta nenhuma subindo em árvores. A forma de mostrarmos a nossa "competência" como macho dominante é ostentar carros bonitos, roupas da moda e perfumes franceses.
Poderíamos viver perfeitamente sem isso tudo, mas a expectativa deconseguir cada vezmais bucetas nos motiva a trabalhar muito mais do que o necessário.
Trabalhar mais do que o necessário significa sair de uma condição desubsistência e gerar acumulação. Ou seja, a sociedade acumula, o mundo evolui e este é o progresso. Vou até mais fundo. No conhecido livro "A Riqueza das Nações", Adam Smith (o mesmo da mão invisível) diz que ariqueza de um país começa com o nível de divisão do trabalho de sua sociedade. Quanto mais dividido, mais produtivo é o trabalho.
Mas o que nos motivaria a ser mais produtivos ainda? A escassez, é claro!
Quanto menor o número de vaginas disponíveis em uma sociedade, maior será o esforço produtivo necessário para conquistá-las O Axioma de Manson explica o fato de a revolução industrial ter começado na Inglaterra. Não é necessário ser nenhum PhD para saber que a quantidade e a qualidadedas bucetas inglesas eram no século XVIII (e ainda são até hoje) as piores do mundo. Já na América Latina, pobre e pouco produtiva, as vaginas são abundantes e de excelente qualidade. Enquanto um brasileiro fatura uma buceta andando de ônibus, usando chinelo e pagando um cachorro-quente de um real para a sua proprietária, um inglês teria que trabalhar mais de 40 horas semanais para conseguir ter um carro, um terno da moda e pagar jantares em restaurantes românticos para conquistar uma buceta de qualidade equivalente.
Poderia, além do conceito de localização geográfica, introduzir no tema fatores sociais como a religião. Todos sabemos que as judias demoram mais para dar do que as protestantes, que por sua vez, são mais restritivas com suas vaginas do que as católicas. - Nota esclarecedora: estou afirmando que judias e protestantes demoram mais para dar, e não que elas dão menos, mas isso é assunto para um outro texto. - Comprovamos, mais uma vez usando o Axioma de Manson, o motivo dos judeus serem mais ricos (ou produtivos) do que os protestantes e católicos.
Eles precisam trabalhar mais para conseguir o que nós, pobres cristãos subdesenvolvidos, conseguimos com mais facilidade.
Este axioma pode ser desdobrado em uma série de vertentes, mas vou me limitar a estes dois exemplos (geográfico e religioso) para que o meu artigo não fique demasiadamente longo.
Como todo pesquisador, quero usar minha teoria para apontar soluções para o problema. Concluo sugerindo que o poder público brasileiro tome medidas para que nossas fêmeas valorizem mais as suas vaginas, pois somente assim poderemos viver em um país desenvolvido. Enquanto elas insistirem em usá-las para se esfregar em "boquinhas de garrafa" e catar sabonetes em"banheiras do Gugu", estaremos condenados a vidas pouco produtivas.Por favor mulheres, não tratem seu bacalhau como qualquer filé de merluza, para o bem da economia nacional
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Eu não bato bem da bola...
Eu não dou ataques apopléticos de ciúmes. Não acredito em amor à primeira vista. Muito menos em declarações hiper-apaixonadas em menos de um mês. Eu não penso que se o namorado de outra é galinha, isso faz de mim galinha junto com ele.
Também não deixo de comer tira-gosto, salgadinho, pizza e bigmac por causa da dieta. Muito menos pretendo ficar com corpo de cabide por causa de moda. Não bebo só pra acompanhar, bebo porque eu gosto e adoro ficar bêbada com os meus amigos e ver os meus amigos bêbados nas farras que a gente faz.
Eu não tenho que tá apaixonada pra ter prazer muito menos sinto culpa por causa disso. Eu não preciso de homem pra me completar. Por isso que eu não almejo prender nenhum, eu não prendo homem, me divirto com eles. Ainda por cima, há certas pessoas que conseguem a façanha de me fazer ficar totalmente indiferente a elas (olha que isso é difícil). Ignoro se tão bem ou fudidos, eu não dou a mínima. Só que eu não me afasto, posso precisar delas pra fazerem coisas por mim ou pra mim, sendo que às vezes eu dou alguma gorjetinha, outras não. Com ou sem, todo mundo sai contente.
Eu odeio ser feita de idiota. Mas adoro quando duvidam da minha inteligência. Também acho do caralho quando neguinho(a) que apronta se fode, ainda mais quando é na minha frente. E eu ainda aponto e acho graça na cara dele(a) meeeeesmo! Adoro fazer otário de palhaço sem que ele perceba. E me divirto mais ainda quando ele percebe, fica puto e vem tirar satisfações que não lhe dizem respeito.
Sou tarada em ver homens brigando. Mas nada de vale-tudo, boxe ou filme do Van Dame, só me dá tesão quando a briga é de verdade.
Tenho alta tolerância a dor mas odeio sentir dor. Detalhe que sou sádica assumidíssima. Também assumo que já fui amante sem grilo ou frescura. Se já fui amada, só Deus sabe - talvez nem ele - bem que eu gostaria de crer que sim mas eu tenho mais com que me preocupar. Tudo bem, adoraria amar e ser amada por alguém, só não faço questão de me apaixonar por ninguém. Isso só dá trabalho e lucro mesmo, rende pouco. Prefiro me apaixonar por coisas, atividades, causas do que por pessoas.
É raríssimo eu descer do meu salto. Pouquíssimas pessoas já causaram esse efeito em mim e menos ainda presenciaram momentos assim. E eu respeito muito essas últimas por terem estado do meu lado quando a casa caiu.
Sempre falo o que penso mas nem tudo o que penso, eu falo. A expressão "Joana sem braço" foi feita por aqueles que me conhecem (hehehe). Tem gente que pensa que eu sou impulsiva, às vezes até sou mas pra coisas desimportantes. Pro que interessa, sou calculista como poucos. Também sou peralta como poucas mas ainda sou besta pra muita coisa. Fora que sou altamente egocêntrica, sempre tenho em mente o que penso, digo e apronto, só depois que vem o resto do mundo (deu pra notar com esse post, né?). Ah, mas eu também paparico, faço charminho e drama, só que é tudo putaria!
Tô nem aí se deixam a toalha em cima da cama ou não abaixam a tampa do vaso.
Não adianta esconder coisas de mim porque o meu gênio é foda, eu sempre descubro e eu sempre consigo o que eu quero. Eu sempre tenho um jeitinho. Mas às vezes eu levo o farelo, não se pode ganhar todas, né? Só que eu reviso passo-a-passo as derrotas pra aprender como é que faz pra não levar o farelo de novo. E (muito importante): eu NUNCA esqueço o que me fazem. Posso até perdoar mas esquecer, jamais. E quando eu me revolto com alguma coisa, eu não fico com raiva, espero a vida revidar por mim e na minha frente. Ela nunca me decepciona!
Ah, eu tenho uma carabina de cano duplo que ainda por cima é vesga...

Enfim, sou melhor do que eu gostaria e pior do que as pessoas pensam. Eu me mostro como sou mas nunca todinha de uma vez só. E é por isso que eu não devo bater muito bem da bola. Tudo bem, só que tem um porém: posso até ser maluca mas não sou burra.
Também não deixo de comer tira-gosto, salgadinho, pizza e bigmac por causa da dieta. Muito menos pretendo ficar com corpo de cabide por causa de moda. Não bebo só pra acompanhar, bebo porque eu gosto e adoro ficar bêbada com os meus amigos e ver os meus amigos bêbados nas farras que a gente faz.
Eu não tenho que tá apaixonada pra ter prazer muito menos sinto culpa por causa disso. Eu não preciso de homem pra me completar. Por isso que eu não almejo prender nenhum, eu não prendo homem, me divirto com eles. Ainda por cima, há certas pessoas que conseguem a façanha de me fazer ficar totalmente indiferente a elas (olha que isso é difícil). Ignoro se tão bem ou fudidos, eu não dou a mínima. Só que eu não me afasto, posso precisar delas pra fazerem coisas por mim ou pra mim, sendo que às vezes eu dou alguma gorjetinha, outras não. Com ou sem, todo mundo sai contente.
Eu odeio ser feita de idiota. Mas adoro quando duvidam da minha inteligência. Também acho do caralho quando neguinho(a) que apronta se fode, ainda mais quando é na minha frente. E eu ainda aponto e acho graça na cara dele(a) meeeeesmo! Adoro fazer otário de palhaço sem que ele perceba. E me divirto mais ainda quando ele percebe, fica puto e vem tirar satisfações que não lhe dizem respeito.
Sou tarada em ver homens brigando. Mas nada de vale-tudo, boxe ou filme do Van Dame, só me dá tesão quando a briga é de verdade.
Tenho alta tolerância a dor mas odeio sentir dor. Detalhe que sou sádica assumidíssima. Também assumo que já fui amante sem grilo ou frescura. Se já fui amada, só Deus sabe - talvez nem ele - bem que eu gostaria de crer que sim mas eu tenho mais com que me preocupar. Tudo bem, adoraria amar e ser amada por alguém, só não faço questão de me apaixonar por ninguém. Isso só dá trabalho e lucro mesmo, rende pouco. Prefiro me apaixonar por coisas, atividades, causas do que por pessoas.
É raríssimo eu descer do meu salto. Pouquíssimas pessoas já causaram esse efeito em mim e menos ainda presenciaram momentos assim. E eu respeito muito essas últimas por terem estado do meu lado quando a casa caiu.
Sempre falo o que penso mas nem tudo o que penso, eu falo. A expressão "Joana sem braço" foi feita por aqueles que me conhecem (hehehe). Tem gente que pensa que eu sou impulsiva, às vezes até sou mas pra coisas desimportantes. Pro que interessa, sou calculista como poucos. Também sou peralta como poucas mas ainda sou besta pra muita coisa. Fora que sou altamente egocêntrica, sempre tenho em mente o que penso, digo e apronto, só depois que vem o resto do mundo (deu pra notar com esse post, né?). Ah, mas eu também paparico, faço charminho e drama, só que é tudo putaria!
Tô nem aí se deixam a toalha em cima da cama ou não abaixam a tampa do vaso.
Não adianta esconder coisas de mim porque o meu gênio é foda, eu sempre descubro e eu sempre consigo o que eu quero. Eu sempre tenho um jeitinho. Mas às vezes eu levo o farelo, não se pode ganhar todas, né? Só que eu reviso passo-a-passo as derrotas pra aprender como é que faz pra não levar o farelo de novo. E (muito importante): eu NUNCA esqueço o que me fazem. Posso até perdoar mas esquecer, jamais. E quando eu me revolto com alguma coisa, eu não fico com raiva, espero a vida revidar por mim e na minha frente. Ela nunca me decepciona!
Ah, eu tenho uma carabina de cano duplo que ainda por cima é vesga...

Enfim, sou melhor do que eu gostaria e pior do que as pessoas pensam. Eu me mostro como sou mas nunca todinha de uma vez só. E é por isso que eu não devo bater muito bem da bola. Tudo bem, só que tem um porém: posso até ser maluca mas não sou burra.
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